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Promoção TOP Comentarista de Junho!

Olá leitores!!!! Dia primeiro, começo de mês... Bora lá começar mais um TOP comentarista??? ;)

Eu li recentemente o livro O Peão, da Cia. Editora Nacional e adorei! É um livro fantástico. Portanto, vou premiar o TOP comentarista com um volume deste livro. :) Veja aqui a resenha.

As regras são básicas:

- Seguir o blog de forma pública.

- Comentar nesta postagem sobre a sua intenção de participar do TOP Comentarista, com nome de seguidor e e-mail de contato.

- Morar em território nacional.

- Comentar no maior número de postagens possível, lembrando que vou contar somente um comentário por postagem, e os de promoção não valerão. (Mas mesmo assim participe das promoções, tá bom? hehe)

- Comentários consistentes, por favor!! ;)

- Contarei os comentários feitos de hoje até às 23h59 do dia 30 de junho, nas postagens deste mês. O resultado sai até o dia 05 de julho, aqui e nas redes sociais do blog.

- Caso haja empate, farei sorteio pelo random para escolha do ganhador. Você terá até 72 horas para me responder ao e-mail com seus dados para envio. Caso não me retorne a tempo, farei outro sorteio. E eu te enviarei o exemplar em até 30 dias.

Acho que é isso, caso tenha esquecido de alguma coisa, pode me perguntar aqui nos comentários que eu respondo rapidinho!

Obrigada a todos os participantes, e bom mês de Junho para todos nós!!!! ;)

Beijos e boas leituras!

Resenha | O Peão, de Steven James [por Nadja Moreno]

Título: O Peão - Patrick Bowers Livro 1
Autor: Steven James
Editora: Cia. Editora Nacional
Páginas: 416
Skoob
Avaliação: 

As aventuras de Patrick Bowers ao longo de cinco livros nos levam por um mundo de violência psicopata. Com uma inteligência acima da média, o agente especial do FBI chega, nessa série, ao limite de suas capacidades, enfrentando criminosos cada vez mais habilidosos. Trazido da Carolina do Norte para ajudar no caso de um serial killer, o agente especial do FBI Patrick Bowers se vê no meio de um jogo de gato e rato. Astuto e letal, o assassino está sempre um passo à frente da lei e está prestes a marcar mais um ponto novamente. Bowers vai ter que usar todos os seus instintos, habilidades e suas modernas e controversas técnicas de criminologia ambiental para deter o homem que se autodenomina o Ilusionista.


Comecei a leitura sob a expectativa de um thriller policial, com um serial killer, seus assassinatos com assinatura e um investigador. O clássico do gênero, que eu particularmente gosto muito. Porém o autor me surpreendeu, trazendo para o enredo vários elementos que complementaram o tradicional do gênero, tornando-o único, ágil e interessante.

O Ilusionsita é o serial killer, que tem - como o próprio nome indica - capacidades que em geral não vemos nos serial killers que nos são apresentados. Isso, aliado à sua extraordinária inteligência, torna-o um assassino difícil de ser lido, interpretado e, consequentemente, encontrado.

O investigador é Patrick Bowers, viúvo, cuidador de sua enteada adolescente e muito perspicaz. A apresentação dos personagens e de suas características físicas e psicológicas são muito bem feitas, facilitando a identificação do leitor. Me fez simpatizar logo de cara com alguns, e antipatizar com outros. Nenhum passa desapercebido.

A trama em si é complexa. Inicialmente, quando novos elementos foram agregados aos assassinatos e investigações, pensei que iria ser uma miscelânea não muito feliz. Porém o autor consegue juntar tudo muito bem, sem deixar que nada soe bizarro ou forçado.

Assassinatos acontecidos há três décadas, política e politicagem, seitas religiosas e fanatismo, inteligência, traumas e relacionamentos tortuosos. Tudo isso se junta nas páginas de O Peão e exige que o leitor se mantenha preso às páginas.

A diagramação faz jus à obra. Capítulos pequenos, alguns chegam a ter meia página, e quando são maiores, são divididos em cenas. Esta formatação agiliza muito a leitura e facilita o entendimento. Nota dez! Falando sobre isso, os acontecimentos mais 'rápidos' e eletrizantes são marcados por pequenas cenas de um e outro fato, acontecendo em conjunto. Não há como negar, o 'vai-e-vem' rápido entre os fatos faz o coração acelerar e a ansiedade do leitor vai às alturas. Perfeito para o gênero!

A capa é condizente com o conteúdo, mesmo não sendo extremamente bonita. Encontrei pequenos erros que não atrapalham a leitura. As páginas são amareladas, fonte e margens no ideal.

O detetive Patrick Bowers está presente em cinco volumes nesta série. Os quatro primeiros já foram publicados pela Cia. Editora Nacional. Os próximos que você poderá ver a resenha aqui pelo Papiro Digital são:

A Torre
O Cavalo
O Bispo

Em suma, recomendo definitivamente a obra. Excelente leitura!

Esta resenha foi redigida por mim para o Site Papiro Digital, do qual sou colaboradora. O livro foi cedido pela Editora.

Resenha | Querido Diário, de Christina Kilbourne [por Nadja Moreno]

Título: querido Diário
Autora: Christina Kilbourne
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 210
Skoob
Avaliação: 
Maxine e sua melhor amiga Leah se divertiam conversando com garotos na internet. Suas outras amigas invejavam seus novos relacionamentos, enquanto seus pais ignoravam todas as mensagens de amor que iam e vinham. E daí se Max e Leah mentiram quanto à idade e ao local onde moravam? Era só na internet... só por diversão.Mas, quando Leah desapareceu, Max percebeu que não eram só elas que contavam mentiras na internet. Através de anotações em seu diário, Max conta o desespero de perder Leah e seu esforço para seguir em frente depois de tudo que aconteceu.


Doloroso e real. Desta forma defino Querido Diário. Christina soube transmitir as sensações e sentimentos de uma adolescente, e as consequências que podem surgir de atos que, à primeira vista, são tão simples e inocentes.

Querido Diário é a representação do diário de Maxine, que começa a escrever após o desaparecimento de sua melhor amiga, Leah. As duas começam a se aventurar na Internet de forma descompromissada, a partir do aplicativo Hotel Haboo, amplamente utilizado e conhecido dos adolescentes - meu filho ficou doido neste jogo durante um bom tempo. Mas em seguida passam a usar salas de bate-papo e com isso começam a se relacionar com uma pessoa desconhecida que se apresentava como um adolescente, assim como elas.

A narrativa é extremamente real e verdadeira. Por várias vezes me esquecia que era um livro, e acreditava mesmo estar lendo as páginas do diário de uma garota. A edição contribui de forma excepcional para a sensação de veracidade da história, por conta das páginas simularem folhas pautadas de um caderno, e a fonte ser como que manuscrita. Cada 'capítulo' é um dia em que Maxine escreve e sempre começa com o jargão dos diários: "Querido Diário".

Posso dizer que Christina fez mais que um livro de ficção e suspense. Ela gerou um alerta muito importante, que deveria ser aplicado nas escolas e lido pelos adolescentes em todos os lugares. Deveria ser conhecido dos pais, para que entendam e percebam que o perigo extremo pode estar à distância de um clique.

Durante a leitura - que não durou mais do que poucas horas, é uma livro muito rápido - senti angústia, apreensão, tristeza, temor. Tenho filho adolescente e eles estão presentes em minha vida, tanto na família quanto no trabalho e senti um aperto no peito ao pensar no perigo a que estão expostos, sem a menor noção disso. 

Quem assistiu ao filme Confiar vai relacionar o livro com a história do filme. Ambos possuem a necessária ação de alertar para a atenção com o uso da ferramenta internet, que é magnífica, necessária e chego a dizer, indispensável. Porém pode ser maléfica no mesmo grau de intensidade. 

Posso dizer que é uma leitura mais que recomendada. É necessária.



Resenha | Olhar Mortal, de Fergus McNeill [por Nadja Moreno]

Título: Olhar Mortal
Autor: Fergus McNeill
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 324
Avaliação: 
Nunca cruze olhares com Robert Naysmith. Por trás de um sorriso simpático e um terno bem cortado, há um predador examinando cada detalhe, estudando a rotina de sua presa, descobrindo o melhor momento para atacar. Um homem meticuloso, que segue regras rígidas para cometer seus assassinatos. Um homem acima de suspeitas, com um bom trabalho, uma linda namorada, uma vida confortável. Do outro lado do tabuleiro está o detetive Harland, um policial em luto pela morte de sua esposa, com uma raiva interna que se choca diretamente com a frieza e indiferença de seu adversário. Enquanto contorna a burocracia de seu trabalho, ele precisa seguir pistas que ligam uma vítima à outra, e que podem determinar se a próxima irá sobreviver ou não. Olhar Mortal é um inovador suspense de serial killer, que abandona as convenções do gênero para criar novas regras, regras que transformam cada assassinato num jogo, e onde as vítimas são apenas peças a serem movimentadas. É uma obra deliciosa, brilhante estreia de Fergus McNeill, um novo autor que respeita a inteligência do leitor e surpreende aficionados por thrillers. 
Bastante engenhoso, Olhar Mortal nos leva para o mundo dos serial killers, suas artimanhas, suas motivações, seus jogos mortais. Conhecemos Naysmith, o astuto assassino. Conhecemos Harland, o problemático investigador.

Olhar Mortal não só apresenta todo o suspense que envolve as tramas de um assassino e as buscas dos policiais, como nos indica sutilmente as origens de tais pensamentos sórdidos porém completamente justificáveis sob o ângulo de uma mente deturpada quanto a de um serial killer. Retrata claramente a busca pela adrenalina que envolve os momentos de preparação do "jogo", o momento crucial, e os instáveis instantes logo depois do plano consumado. Ao ler suas páginas, me senti conhecedora da mente e dos sentimentos de Naysmith, devido à narrativa clara e real.

A narrativa de Fergus é bem detalhada, o que pode se tornar um pouco arrastada em alguns pontos. Porém isso não atrapalhou a leitura nem o envolvimento com toda a trama. Sua obra nos faz sentir temor, pena, solidariedade. Nos faz imaginar a vida toda das vítimas escolhidas e todo o desdobramento da conclusão do jogo do assassino. 

A forma com que o assassino escolhe para encontrar suas vítimas é assustador e maldoso. Basta que a pessoa troque um olhar com ele em um dado momento específico. Sem motivos, sem motivação específica, sem possibilidade de fuga por parte da vítima. Esta forma de determinação da próxima vítima faz também com que torne ainda mais difícil encontrar correlação entre as vítimas, atrapalhando as investigações.

Alguns detalhes me incomodaram um pouco na narrativa, fazendo com que ela se tornasse um pouco menos verossímel do que eu gostaria. Algumas coincidências e "facilidades" encontradas pelo assassino, com vítimas tão aleatórias assim não aconteceriam. Porém a trama é bem amarrada e não deixa fios soltos.

Não posso dizer que o final tenha sido o que eu esperava. Foi bem diferente do que gostaria, porém não é ruim. Só não é muito previsível ou desejado. Creio que o final pende mais para a realidade nua e crua, do que para a intenção de agradar o leitor. Depois que li, fiquei um tempo meditando seu final e concluí que, no fim das contas, ele soa verdadeiro. Mais do que deixar o gancho para a continuação, o autor consegue dizer nas entrelinhas que as coisas nem sempre são tão simples assim.

A edição é boa, com páginas amareladas e fonte em tamanho ideal. Cada início de capítulo apresenta uma página com uma paisagem que lembra uma floresta com neblina que dá um toque ainda mais sinistro à obra. Encontrei alguns erros que me pareceram problemas de tradução, como se em algumas partes um sistema automático tivesse sido utilizado para tal.

Em suma, é uma boa obra de suspense, com algumas cenas fortes e apresentação de situações que não justificam, mas explicam escolhas, atos e pensamentos. Há algum tempo estava querendo ler algo do gênero e posso dizer que fiquei bastante contente por ter Olhar Mortal em minhas mãos. Fergus estreia de forma primorosa! Recomendo a leitura.



Resenha | O Húngaro que Partiu sem Avisar, de Marcelo Antinori [por Rê Souza]

Título: O Húngaro que Partiu sem Avisar
Autor: MArcelo Antinori
Editora: Cia Editora Nacional - Selo Lazuli
Páginas: 271
Skoob
Avaliação: 
Quem era o húngaro que vivia no apartamento de baixo e desapareceu sem dizer para onde ia? A única pista que deixou foram alguns papeis escondidos nos vinte seis livros que guardava em sua estante. Aquela busca que começou com uma simples curiosidade de Bebei, o arquivista da embaixada da França, acabou revelando um intrincado mistério que teria de ser desvendado para salvar a pacata Santa Clara Frente ao Mar das ameaças escondidas nos planos do prefeito. Marcelo Antinori, nesta história que desde o inicio prende o leitor, nos convida a descobrir os segredo do misterioso hungaro ao mesmo tempo que nos leva a um passeio pela pequena cidade caribenha que guarda em sua arquitetura a memória de um passado colonial. Uma trama que combina pitorescos prsonagens locais como Grená que em baixo a seu guarda sol vende bilhetes de loteria, o filósofo que dorme na praça com seus gatos e aqueles loucos maltrapilhos que vivem e bebem nas escadarias da Igreja das Mercedes, a exóticos visitantes que parecem saídos dos velhos contos da guerra fria.
Olá pessoal!!
Bom estar aqui novamente!!!

Santa Clara em frente ao mar, é o cenário onde Marcelo Antinori nos presenteia com esta empolgante narrativa sobre a vida de um húngaro metade cigano, que havia partido há 10 anos da pequena cidade sem que alguém tivesse notado. Somente quando Bebéi, um arquivista francês, que de uma maneira bem inusitada (vocês vão ter que ler para descobrir) tem em mãos cartas e arquivos comprometedores sobre a vida do húngaro, e por curiosidade resolve descobrir porque esse húngaro partiu sem avisar, é que começa a busca incessante ao tal húngaro misterioso.

A estória reúne personagens interessantíssimos e divertidos, tantos os que viviam na escadaria da igreja, os “pelagatos”que conta com um paranoico Coronel Vieira, Frida, uma esquerdista radical bêbada e vários outros personagens - diferentes - quanto os habitantes locais, como José Princesa, dono de uma livraria que à noite se transforma em Lola Marlene para se apresentar em um cabaré, como Pirilo o investigador de polícia jogador de dominó, entre outros.

E é assim que a trama vai se desenrolando com muita investigação, leitura das cartas, tradução de arquivos que muitas vezes se encontravam em outras línguas, e que  Bebéi vai juntando tudo com a ajuda desses amigos e consegue descobrir, além da partida misteriosa do húngaro e sua vida, um plano audacioso do prefeito corrupto para a pequena e pacata cidade que abala todos os habitantes.

Em meio à corrupção,agentes duplos, guerra fria, CIA, conflitos e genocídios, a narrativa se desenrola fluída e interessante. O autor consegue prender nossa atenção de maneira formidável através desses personagens com características próprias fazendo com que a trama seja muito bem montada, com  descobertas que se interligam uma à outra dando uma forma perfeita aos acontecimentos. Não deixa nenhuma ponta solta, tudo se descobre, se  liga e se explica. Encontrei alguns poucos erros na edição, porém eles não me atrapalharam a leitura.
Simplesmente formidável!!! Recomendo!!

Este livro foi gentilmente cedido pela Cia. Editora Nacional para esta resenha.



[Novidades Literárias] Lançamento Cia. Editora Nacional

Olá leitores, tudo bem com vocês?

Os lançamentos editoriais nos causam alegria e um certo grau de ansiedade não é? Porque, não sei vocês, mas quero todos, e quero ler tudo! :D

Este já está na estante e tem resenha saindo do forno! Conheça a obra e fique com água na boca:

O Húngaro que Partiu sem Avisar

Quem era o húngaro que vivia no apartamento de baixo e desapareceu sem dizer aonde ia? A única pista que deixou foram alguns papéis escondidos em vinte e seis livros que guardava na estante. Será que o húngaro era apenas o professor de música ou teria sido um agente secreto? Aquela busca, que começou com uma simples curiosidade do arquivista da embaixada da França, acabou revelando um intrincado mistério que teria de ser desvendado para salvar a pacata Santa Clara Frente ao Mar. 

Marcelo Antinori, neste romance que desde o início prende a atenção do leitor, oferece uma trama que combina pitorescos personagens locais - como a vendedora de bilhetes de loteria, o filósofo que dorme na praça com seus gatos e alguns loucos maltrapilhos que vivem e bebem nas escadarias da igreja - com exóticos visitantes que parecem saídos dos velhos contos da guerra fria.

O Autor
Marcelo Antinori, escritor brasileiro, vive em Washington onde trabalhou por vários anos em organizações internacionais de apoio ao desenvolvimento. Já publicou dois livros em português - Os Enfretantes e O labirinto de Mariana. Seu romance O último voo do Condor, estreou direto em inglês e espanhol.

Saiba mais sobre a obra clicando aqui.

Beijos!!! Até breve. Boas leituras, como sempre!

Resenha | Real, Louco, Mortal, de Hannah Jayne [por Rê Souza]

Título: Real, Louco, Mortal
Autora: Hannah Jayne
Editora: Cia. Editora Nacional
Páginas: 264
Skoob
Avaliação: 

Sawyer Dodd sempre desperta inveja por onde passa: é uma excelente aluna, uma atleta dedicada e é a namorada de Kevin Anderson, o sonho de consumo de qualquer garota! Mas, quando Kevin morre num trágico acidente de carro, e ela encontra em seu armário um enigmático bilhete que contém apenas a inscrição "De nada", Sawyer vê seu mundo virar de cabeça para baixo.Alguém sabe o que Kevin fazia com ela. Alguém sabe que eles não eram o casal perfeito que pareciam ser. E esse alguém é um assassino que está no encalço de Sawyer, acompanhando todos os seus movimentos... Mortes, intrigas, perseguições, em uma narrativa alucinante onde ninguém é o que parece ser!

Olá pessoal !!!

Como é bom estar aqui novamente com vocês podendo trazer novidades, dar minha opinião a respeito do que ando lendo e ler o que vocês acharam da resenha!!

Hoje vou falar de um suspense mais voltado para o público adolescente, mas que não impede que leitores de todas as idades leiam e gostem como eu.

Real, Louco, Mortal é uma narrativa que no início não parece ser "tão o título assim”. Mas no decorrer da leitura a maneira que os crimes são arquitetados e executados fazem com que a gente pare, pense e chegue à conclusão que uma mente doente e obsessiva é capaz de coisas terríveis e assustadoras. Daí o título se torna condizente.

E assim a trama se torna eletrizante e cheia de suspense, onde crimes e ameaças vão tornando a vida da adolescente Sawyer Dodd em um verdadeiro terror, onde se vê envolvida em acontecimentos que tendem a incriminá-la de uma maneira indireta.

Sawyer vive em pânico devido a bilhetes ameaçadores  que encontra colocados misteriosamente dentro do seu armário do colégio.

O  tempo todo desconfiamos dos personagens que fazem parte da vida de Sawyer , mas a autora consegue manter esse suspense até o final da estória, assim, quando a gente pensa em um personagem mais óbvio devido a seu comportamento,  algo terrível acontece com ele, descartando assim nossa suspeita, e voltamos à estaca zero.

É uma narrativa fluída, cheia de ação, suspense e com um toque romântico!!( que achei de suma importância, pois Sawyer merecia algo bom, depois de tanto terror, né??)

Gostoso de ler, apesar do “mortalmente obsessivo”.

Leitura que nos instiga a ir em frente para descobrir quem e porquê de tantos acontecimentos ruins com Sawyer. Fácil entendimento, uma trama bem montada e com um final concreto e sem pontas soltas.

A capa é linda e misteriosa, páginas amarelas e tamanho da fonte perfeita!!!

Recomendo!!!

Este livro foi gentilmente enviado pela Cia Editora Nacional para resenha.


Novas Editoras Parceiras - Companhia Editora Nacional e Conrad Editora

Olá leitores do Escrev'Arte!!!!!

Está tudo em paz com vocês? Espero que sim. Eu posso dizer que estou em uma paz inquieta! E esta é a melhor paz de todas! Sabe quando tem um turbilhão de coisas acontecendo em sua vida, um movimento bom e constante, que faz tudo ter sentido, cor e alegria?? Pois é, haja disposição! E eu adoro!!

E para variar, que bom, venho contar uma super novidade!! Somos parceiros da Companhia Editora Nacional e da Conrad Editora! Ahhhhh coisa mais linda, gente!!



Tem hora que não durmo, sabiam? Minha estante de livros, o espaço mais amado de minha casa, fica - por enquanto - no meu quarto. Daí me deito para dormir, mas as lombadas dos livros ficam vibrando, viajando, sorrindo para mim e o sono não vem. Me lembro das alegrias, responsabilidades e movimento que o blog me proporciona e demoro a pegar no sono, a alegria me desperta! :D

Quem conhece a Companhia Editora Nacional e a Conrad Editora, vai entender porque estou tão feliz assim! São editoras sérias, profissionais, conceituadas! E acreditaram no meu trabalho. Não tem como não se sentir especial, não é?

AS EDITORAS

O Grupo IBEP é composto por 4 selos (clique no nome da Editora para visitar seu site)

Companhia Editora Nacional - Interesse Geral / Literaturas / Obras de referência

Conrad Editora - HQs - Mangás / Adulto / Ficção / não Ficção / Cultura pop

Base Editorial - Livros Didáticos / Literaturas / EJA - Educação Jovens e Adultos / Técnicos e Profissionais

 IBEP - Escolares / Didáticos / Literatura infantil e juvenil / EJA - Educação Jovens e Adultos

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Agradeço à Companhia Editora Nacional e à Conrad Editora pela confiança, será uma parceria de sucesso!

Em breve volto com lançamentos, resenhas, promoções e muitas novidades! Aguardem!!! :)

Beijos a todos, boas leituras, sempre!