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Resenha | Quero ser Seu, de Bella Andre [por Rê Souza]

Título: Quero ser Seu - Os Sullivans - Livro 6
Autora: Bella Andre
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Avaliação: 

Ryan Sullivan sempre gostou muito de Vicki, a quem conheceu na adolescência, quando ela lhe salvou a vida: no estacionamento da escola, um carro desgovernado só não o atropelou porque Vicki o empurrou para longe. Desde então, eles se tornaram melhores amigos — pelo menos, melhores amigos até onde um homem e uma mulher lindos e sedutores conseguem ser...O tempo passou, Vicki casou-se e se separou, e Ryan seguiu sua vida de solteiro. Até o dia em que Vicki pediu-lhe um favor: será que Ryan poderia fazer as vezes de seu namorado para afastá-la de um homem mal-intencionado e pegajoso?Ryan não negaria esse favor a sua amiga, de forma alguma... Não só pelo carinho que nutre por ela, mas também por uma característica de sua personalidade: Ryan faz o tipo protetor (o tipo de homem com que toda mulher sonha em algum momento da vida).Agora, depois de brincarem de namorados, será que os dois conseguirão manter a amizade de sempre?
Nada melhor do que passar um dia todo suspirando em companhia de um bom livro, repleto de paixão, amor e sensualidade!!

Já havia lido algo da autora dessa mesma saga, e gostei muito, esse eu comprei na Feira do Livro na minha cidade dias atrás.

Quero Seu Seu, além de ser uma leitura Hot, tem muito romance e paixão ao longo da leitura.

O reencontro de Vicki e Ryan os impulsiona a viver o que há tempos esconderam por medo de perder a amizade que ambos haviam cultivado tão fortemente.

As cenas hot fazem o coração bater mais rápido e a imaginação decolar e em nenhum momento se torna uma leitura vulgar, pois a autora dosou muito bem, desejo, paixão e amor, fazendo da leitura algo gostoso e intenso.

Mesmo com essas cenas quentíssimas, não há necessidade de ler a portas fechadas e sozinha, pois como tem muito romance  que envolvem as cenas, acaba sendo algo normal e que em nenhum momento constrange. 

Não é o tipo de leitura crua que expressa somente a luxúria, é algo mais que isso.

Narrativa rápida, e muito intensa, nos envolve o tempo todo na história, li em um dia.

Quente e Romântico.


Resenha | O Mundo pelos Olhos de Bob | James Bowen




Título: O Mundo pelos Olhos de Bob
Autor: James Bowen

Editora: Novo Conceito

Páginas: 220



Sinopse:
Depois de um passado difícil, James foi adotado pelo gato Bob. Agora os dois têm um emprego de verdade (são vendedores ambulantes de revistas) e se tornaram personalidades conhecidas em toda Londres. Bob tem muitos admiradores, que passam todos os dias para vê-lo – alguns deles trazem cachecóis de lã para ajudá-lo a enfrentar os dias mais gelados. Entre truques adoráveis e manhãs de puro mau humor, Bob e James se tornam cada vez mais inseparáveis. Por trás da divertida história de um homem às voltas com seu animal de estimação, o segundo livro de James Bowen fala sobre amizade e esperança. Bob se torna a chave que traz James de volta ao mundo, a motivação que faltava para sua decisiva volta por cima. Impossível terminar de ler O mundo pelos olhos de Bob sem querer abraçar seu pet – ou adotar um! Apaixone-se…



Resenha:
A continuação de Um Gato de Rua Chamado Bob (veja a resenha clicando aqui), é um livro mais profundo. Agora mostra um Bowen mais confiante em sua narrativa – embora sua estreia tenha sido já extraordinária. Não vem mais apresentando e contando as peripécias do gato Bob como tema central. Este é mais intenso. No primeiro livro Bowen faz questão de que conheçamos Bob e o tenhamos como seu salvador. É isso que ele quer passar e sinceramente entendo que foi isso mesm0 que sua narrativa expressou. Quem leu se apaixonou por Bob. Quem leu aprendeu a grandiosidade de sentimentos que pode haver entre o dono e seu querido pet.

Nesta continuação Bowen conta algumas das aventuras de Bob, novamente nos apaixonamos por sua graça e sagacidade, mas conhecemos um pouco mais do homem Bowen por trás do gato Bob. Em O Mundo pelos Olhos de Bob encontramos uma biografia comovente, profunda, dolorida e vitoriosa. Não tira risos como o primeiro, mas é bem passível de causar lágrimas nos mais desavisados quando percebemos a realidade humana em suas páginas. O bacana, para mim, é que traz tudo aquilo que poderia parecer fantasioso no primeiro volume, mais uma estória do que história, para a mais pura realidade em sua continuação. Os problemas apresentados por Bowen, vividos por ele, são reais e intensos. Sofri com ele e suas dores. Mostra alguns fatos que me fez questionar porque as pessoas são tão cruéis. Mostra outros fatos que me fizeram entender o que é o mais profundo e despretensioso amor.

“Pela manhã, por exemplo, em vez de me saudar com seu repertório habitual de sons, patadinhas e olhares de súplica, ele começou a olhar para mim com uma expressão curiosa e ligeiramente compadecida. Era como se dissesse: “Está se sentindo melhor hoje?”" (p. 75)

Bowen vai contando os acontecimentos marcantes de sua vida e na de Bob de uma forma que parece que estamos sentados num Café batendo papo informal. Sabe quando começamos a contar coisas que nos aconteceram no passado a alguém que acabamos de conhecer mas que nos identificamos? É como me parece a leitura deste livro. Parece que ele vai se lembrando de um fato atrás do outro e resolve nos contar do seu jeito, com seu linguajar e sua memória do fato. Tem momentos até que ele está contando uma coisa, e se lembra de outra e junta as duas memórias e nos conta tudo. É gostoso de se ler. Terminei o livro me sentindo amiga de Bowen, a ponto de poder me encontrar com ele na rua e acenar.

Este livro também pode ser considerado uma leitura obrigatória para todo aquele que vivencia e ama o universo literário de fato. Que, assim como eu, tem uma certa curiosidade pelos bastidores deste mundo. Bowen conta um pouco do que foi a trajetória e sucesso do primeiro livro. Além de ser muito bom saber que, mesmo que de longe e muito subjetivamente, eu como leitora da obra fui uma das pessoas que contribuíram para que a realidade contata neste livro pudesse acontecer! Eu testemunhei e vivenciei o que é contado lá, então me senti parte da história.

Mais uma vez a leitura é fluída e fácil, pode-se ler em algumas horas. Não encontrei erros, o que pode dizer que eu passei muito rápido por eles, sinceramente não sei. Faz um conjunto bacana com o primeiro volume (eu de fato não entendo quando os livros sequenciais não tem as lombadas condizentes umas com as outras! ^^), páginas amareladas e novamente a patinha de Bob em todas as páginas dão um toque singelo à obra. A única coisa que me incomodou um pouco foi o ar de suspense que Bowen aplica no final de cada capítulo ou cena onde a sequência vai apresentar algo ruim ou tenso. Acho válido, mas fazer uso destas deixas com excesso cansa um pouco o leitor. Único motivo que me levou a pontuar com 4 e não 5. 

Recomendo a leitura. Embora sejam livros distintos, é importante ler Um Gato de Rua Chamado Bob antes, para se inteirar de todos os detalhes. Alguns podem fugir ao entendimento.

Esta resenha foi originalmente redigida para o site Entrando Numa Fria, da qual sou colaboradora. O livro foi gentilmente cedido pela Editora.

Resenha - O Mago de Camelot - Marcelo Hipólito


Título: O Mago de Camelot

Autor: Marcelo Hipólito

Editora: Novo Século - Selo Novos Talentos

Páginas: 151

Skoob





Sinopse - por Skoob:
De uma infância pobre e sofrida à irresistível ascensão aos salões dos grandes reis; de um começo sem esperanças ao despertar de um poder inigualável e temido, Merlin vem a se tornar o homem mais influente da Idade das Trevas. Confidente supremo do rei Artur e maior conselheiro da corte de Camelot. Misterioso e enigmático. Amado e odiado. Druida, monge e mago. Na Britânia do Século V da Era Cristã – abandonada pela queda do Império Romano à barbárie dos invasores saxões –, Merlin surge para impor um novo tipo de rei a um povo abatido e desesperado, alterando, para sempre, não apenas o destino dos britânicos, mas de toda a humanidade. A saga de um homem determinado a erigir uma civilização de paz e justiça numa terra devastada pelo caos e pela guerra irrompe em uma aventura épica e brutal que equilibra realismo duro com doses amargas de magia. "O druida, então, abriu um sorriso malévolo aos soldados saxões. Hengist gritava às suas tropas para se manterem firmes, mas sua vanguarda ruía à medida que um resoluto Merlin avançava, a passos largos, na sua direção. A defesa saxônica se fragmentava perante o pavor supersticioso imposto pela figura aterrorizante do druida. Face à derrota iminente, Hengist se desesperou, girando seu machado e galopando para Merlin. O druida estancou diante do ataque rápido e brutal do rei saxão. Sem tempo para conjurar um feitiço protetor, Merlin percebeu, tardiamente, a estupidez de seu erro. Em sua soberba e imaturidade, ambicionara vencer sozinho a batalha. Agora, contudo, sua queda restauraria o ânimo dos saxões, desgraçando o contingente britânico. Merlin experimentou o fragor das narinas do cavalo e o tremor do solo sob seus cascos potentes. O machado de Hengist se projetou para lhe separar a cabeça dos ombros".

Resenha:
O Mago de Camelot conta a saga de Merlin, abordando em suas páginas cada um dos personagens que conhecemos originalmente em estórias como Brumas de Avalon ou Arthur da Távola Redonda, por exemplo. Marcelo nos apresenta a vida do mago desde a sua infância, até suas magias mesmo depois de se alma separada do corpo. Gostei muito de conhecer uma nova visão do mago. Me lembrava de ter lido somente características dele já como mago, e não como uma criança e depois adolescente, que teve seus motivos para ansiar pelo conhecimento e domínio da magia.

Os personagens vão surgindo e vão dando forma ao enredo, fazendo com que o leitor viaje por décadas e acontecimentos transformadores de uma Britânia do século V. A narrativa realmente nos leva para estes tempos remotos e nos faz visualizar a magia que perpassa por esta época tornada mágica pela literatura ao longo do tempo.
Constantino cedeu-lhe Excalibur como uma proteção adicional, abençoando os filhos com um retorno seguro. Uma lâmina bela e mortal, de gume duplo e afiado, resplandescente em sua empunhadura de ouro maciço, esculpida na forma de um violento dragão com aguçadas presas de prata e furiosos olhos de rubi.
Ao longo da trama, os personagens vão surgindo, a cidade de Camelot é criada, a távola redonda surge, vemos luxúria, traição, vingança, guerras, lutas e magia. Tudo isso é narrado com uma linguagem clara e muito bem trabalhada. Nomes conhecidos surgem, como Morgana, Artur, Lancelot, Guinevere... Rapidamente ao longo das 151 páginas do livro todos são apresentados, se desenvolvem e dão sequência aos acontecimentos. Tudo é feito com cuidado, mas senti falta de mais páginas e mais detalhes para a profusão de acontecimentos. Não imaginava quanto tempo de estória poderia caber em tão poucas páginas!

Não encontrei erros e a diagramação feita pela Novo Século é, como sempre, impecável. Se você gosta de magia e do ambiente dos primeiros séculos, apresentados com uma linguagem condizente com a singularidade destes tempos, O Mago de Camelot é leitura obrigatória! ;)

Resenha - Se Arrependimento Matasse - Alma Cervantes

Título: Se Arrependimento Matasse
Editora: Novo Século - Selo Novos Talentos
Páginas: 246
Avaliação: 4
Skoob

Sinopse - por skoob:
Alex, Alice e Rebeca são grandes amigos e decidem se reencontrar depois de alguns anos sem se verem. O lugar escolhido é o hotel dos pais de Alex, mas o que parecia uma viagem especial, repleta de conversas agradáveis e descontraídas com os outros hóspedes durante o jantar se transforma, em seguida, num pesadelo. Quando os três se preparam para dormir, ouvem batidas desesperadas à porta e seguem ao salão, onde logo descobrem que o cozinheiro fora assassinado. Com a comoção, somada à dificuldade de fuga devido à tempestade e névoa lá fora, a confusão logo se instala no hotel, além de um desagradável clima de suspeita entre os hóspedes.




Resenha:
Se Arrependimento Matasse é um livro de investigação policial, bem nas características Agatha Christie. Então se você gosta deste tipo de narrativa, vai gostar muito do enredo.

Tudo acontece dentro de um hotel, do começo ao fim da trama. Existe mistério, tom leve e sutil de romance em alguns relatos, investigação, além do já esperado: pistas e dicas soltas ao longo do caminho, que faz com que o leitor desconfie de alguns e acabe também pensando em outros - lendo livros de Agatha ao longo dos anos aprendi que ser acima de qualquer suspeita pode ser o maior dos indícios de culpabilidade. Não é diferente no livro de Alma: todos são suspeitos, mas ninguém pode de fato ser incriminado pelo leitor... Somente para o personagem que investiga tudo.

O autor escreve de forma clara e simples de se entender. A narração é coerente e segue uma linha reta. Não tem vai-e-voltas que poderiam nos deixar perdidos e sem foco. Não encontrei erros e fiquei muito contente com isso. É prazeroso ler um livro inteiro feito com cuidado e atenção. Os personagens são apresentados de forma rápida e concisa, mas com dados suficientes para que possamos conhecer a cada um e visualizá-los com facilidade. 

O desfecho é esclarecedor em seus pormenores. Além disso novos dados são inseridos bem nas últimas páginas que nos faz entender bem o por quê de tudo. Apesar do comentando acima, de que os personagens são bem apresentados, nenhum ganhou meu coração e não torci por nenhum deles para culpado ou inocente. Certamente é um efeito da narrativa, que deixa bem claro o foco de investigação, sem muito aprofundamento em nenhum personagem.

Senti uma pitadinha de continuidade em um dos personagens. Gostei muito da deixa e espero que novas investigações estejam a caminho. O bacana desta deixa é que foi feita em um personagem importante, mas não o central da trama. Então, pelo menos pra mim, pareceu como o 'abre alas' para este que deve ser na verdade o personagem foco do autor. Espero que eu esteja certa. 

Algumas coisas me incomodaram um pouco, como uma certa incoerência com a realidade para que a trama desse certo, no sentido de que tudo tinha de ser desenrolado somente entre os hóspedes do hotel. Fiquei, por várias vezes me perguntando "mas porque simplesmente não fazem isso, ou aquilo?"... Por ser o romance de estreia do autor, sei que a continuação das aventuras do personagem (de novo, espero que eu esteja certa) Alma conseguirá trabalhar melhor estes detalhes, que não são insignificantes. Estamos na era da tecnologia, então é arriscado e expressivamente complicado isolar as pessoas do resto do mundo, coisa que era fácil fazer há décadas atrás em enredos policiais...

Em suma, é um bom romance de estreia! E como o autor sugere, vou deixar anotado para ler pela segunda vez. Ele insiste que detalhes somente são percebidos na segunda leitura. :)


Alma Cervantes cedeu gentilmente o livro para resenha e é parceiro deste blog. Conheça um pouco mais sobre o autor aqui. ^^

Resenha - Jardim de Inverno - Kristin Hannah

Título: Jardim de Inverno
Editora: Novo Conceito
Páginas: 416
Avaliação: 5

Skoob

Sinopse: 
Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas. A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história. Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são. “Difícil não rir um tanto e chorar ainda mais com a história de mãe e filhas que se descobrem no último momento.” – Publishers Weekly A história que sua mãe conta é como nenhuma outra já ouvida por elas antes — uma história de amor cativante e misteriosa que dura mais de sessenta anos e parte da Leningrado congelada e devastada pela guerra até o Alasca, nos dias atuais. A obsessão de Nina por esconder a verdade as levará a uma inesperada jornada ao passado de sua mãe, onde descobrirão um segredo tão chocante, que abala a estrutura da família e muda quem elas acreditam ser.


Resenha:
Doloroso. Sofrido. Emocionante. 

Tentei escolher uma das sensações mas não deu. Tive de colocar as três. Eu terminei este livro há mais de uma semana mas ainda não tinha conseguido colocar em palavras minhas impressões. Posso dizer que, pelo fato de ter hábito de ler à noite antes de dormir, este livro me fez ter sonhos e me fez acordar com uma sensação de tristeza, de aperto no peito... Uma sensação forte de que alguma coisa precisava ser feita mas não tinha certeza do que era. Com o avançar da leitura notei que era a história que estava fazendo isso comigo. É triste. Até para contar uma boa notícia ele é triste. Mas emocionantemente lindo...

A autora escreve de uma forma que nos envolve com os personagens e temos a sensação que vivenciamos as mesmas coisas. Temos as mesmas necessidades, as mesmas angustias e limitações! Quebra nossas barreiras e nos faz olhar para dentro de nós, ou de nossa história. 

Meredith, Nina e Anya, protagonistas desta história de vida e sentimentos, são mulheres únicas e complexas. Mas ao mesmo tempo mulheres como cada uma de nós. O livro descreve toda uma vida - focando Meredith - e toda uma história complexa e tensa - focando Anya - e toda uma luta por escolhas - focando Nina.

Inicialmente não dá para entender certas atitudes de Anya e o leitor pode ficar propenso a não gostar dela e a rejeitá-la. Mas não se prenda a esta primeira - e talvez até segunda - impressão. Porque muito mais há por debaixo disso tudo. Muito mais que a gente nem imagina. O enredo é um aprendizado, sem dúvida.

É uma narrativa fluída, muito bem elaborada, com um detalhe lindo: existe uma história dentro da história. E quando a segunda história vai ser contada, há uma 'quebra de ambiente' muito bem feita. A grafia muda sutilmente e ao longo do contar. Feito de mestre que me fazia sentar aos pés de Anya... Chegava a 'sentir' seu sotaque enquanto lia. Perfeito.

Recomendo a leitura aos corações fortes. Recomendo a leitura quem acha que tem coração fraco. Recomendo a leitura para aquele que sabe a necessidade de olhar para dentro de si vez em sempre. Recomendo a leitura para aquele que se reconhece incapaz de se conhecer... Recomendo. Sem mais.


(Agradeço de coração ao meu anjo da guarda que não é mais um monstrinho, por me ter dado este livro de presente. Amei. Mesmo tendo ele me machucado tanto.)


^^